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EBITDA versus Fluxo Caixa Operacional - Atualizações Tese: 7ª mais a 3ª e 4ª


Revista IBEF - Confortavelmente acomodados no engano - 7ª Atualização da Tese
01/05/2012
Estudo analítico demonstrando deficiências relevantes para a gestão de uma empresa que usa informações do EBITDA, quando comparadas com o uso do Fluxo de Caixa Operacional. Refere-se ao estudo detalhado de 13 empresas de capital aberto publicadas pelo Jornal Valor em 14-09-2011.
Jornal Valor Econômico - Fluxo operacional de caixa pode ser pequena fração do EBITDA - 7ª Atualização da Tese
17/04/2012
Estudo acadêmico mostra a diferença de R$ 19,5 bi entre os dois indicadores em 24 meses. Refere-se ao resumo do artigo publicado na Revista IBEF-Confortavelmente acomodados no engano, de Maio de 2012, sobre as evidencias empíricas de 13 empresas, comparando-se as diferenças no comportamento do EBITDA versus o uso do Fluxo de Caixa Operacional como instrumento de gestão de curto prazo.
Jornal Valor Econômico - Ajuste Bilionário - 7ª Atualização da Tese
14/09/2011
Companhias descontam efeitos negativos do lucro e do EBITDA divulgados ao mercado, o que merece a atenção dos investidores. Reportagem do Jornal Valor apresentando as diferenças entre o EBITDA, com o EBITDA Ajustado, do Lucro Líquido com o Lucro Líquido Ajustado de 15 Cias. Há também depoimentos dos CFOs.
Revista IBEF - É o EBITDA um bom indicador de remuneração? - 4ª Atualização da Tese
01/12/2006
É o comportamento de 12 anos do EBITDA, com 41 empresas. É o segundo artigo e comparou-se 3 indicadores que são: os valores do Fluxo Caixa Operacionais, do Fluxo de Caixa Livre (F.C.F.) e dos Dividendos Pagos. Conclui-se que o EBITDA não é necessariamente uma boa ferramenta de gestão e não dá a dimensão efetiva do fluxo de caixa gerado e não é um bom indicador para remunerar e sugerir bônus.
Jornal Gazeta Mercantil - Gestão Financeira: EBITDA é um bom indicador? - 3ª Atualização da Tese
08/06/2006
Artigo sobre o comportamento de 45 empresas brasileiras de capital aberto. Devido à simplicidade e rapidez no cálculo, tornou-se usual em análises e decisões, dar foco na geração bruta de caixa ou EBITDA, tanto no mercado financeiro quanto na gestão das empresas. Dada esta ênfase, analisou-se as evidências técnicas e teóricas do comportamento das 45 empresas privadas, comparando os períodos 1995-2000 com 2000-2003. Estratificamos a amostra compreendendo 22 empresas com EBITDA médio superior a R$ 300 milhões.
Revista R.I. - Celeuma Contábil: Qual o verdadeiro valor dessa métrica? - 3ª Atualização da Tese
01/02/2006
Esse é o primeiro artigo sobre o tema e a Revista RI destaca outros 3. Apresenta o comportamento de 1995-2000 e de 2000-2003. Embora o EBITDA possa ser utilizado como um múltiplo de valor para transações, conclui-se que o EBITDA não é necessariamente uma boa ferramenta se o objetivo é analisar a capacidade de gerar caixa, uma vez que ele não representa a dimensão efetiva do fluxo de caixa gerado.
Cases

Briggs & Stratton (1990)

Quaker Oats (1991)

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