Oscar Malvessi

Oscar Malvessi

A ilusão do EBITDA: a realidade é usar o fluxo de caixa operacional – Revista ADM-PRO

Meu artigo "A ilusão do EBITDA: a realidade é usar o fluxo de caixa operacional", publicado na Revista ADM-PRO do portal CRA-SP, expõe a perigosa ilusão que o EBITDA cria como sinônimo de geração de caixa. Essa métrica, tão popular no mercado, ignora fatores essenciais que determinam a verdadeira saúde financeira de uma empresa, como a necessidade de bancar o capital de giro, pagamento de IR e custo do capital.

A métrica que revela a realidade financeira é o Fluxo de Caixa Operacional (FCO). Enquanto dados mostram que o EBITDA chega a ser, em média, 54% maior que o FCO, é este último que nos diz se a operação realmente gera o dinheiro necessário para sustentar o negócio, investir e honrar compromissos.

A construção de valor sustentável exige disciplina e o uso de ferramentas integradas, como o FCO para a liquidez, o ROIC para a eficiência do capital e o VEC (Valor Econômico Criado) para medir a verdadeira riqueza gerada para o acionista. Valor não se improvisa; ele se constrói com uma visão clara e responsável da realidade financeira.

OPINIÃO. As implicações do ajuste no estoque do Grupo Mateus – Brazil Journal

O meu artigo publicado no Brazil Journal, analisa as profundas consequências do ajuste contábil de R$ 1 bilhão nos estoques realizado pelo Grupo Mateus, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Argumenta-se que esse fato vai muito além de uma reclassificação técnica, representando uma alteração na real performance econômica da companhia.

O ajuste reduziu o valor dos estoques em 20% e impactou uma série de indicadores-chave. O lucro operacional despencou 60%, e o retorno sobre o capital investido (ROIC) caiu de 14,9% para 6,3%, sinalizando que a empresa, na verdade, estaria destruindo valor econômico. Além disso, revelou-se um ciclo financeiro de 64 dias, o oposto do padrão do setor, indicando que a operação consome caixa, ao invés de gerá-lo.

Dada a importância dos estoques na gestão do capital de giro, especialmente no varejo, as consequências de um erro grave como este, não aparecem somente nos registros contábeis. De forma ampla, elas afetam todos os processos, controles de governança corporativa e credibilidade, afetando negativamente o valor da empresa no mercado.

A Ilusão do EBITDA – FCO e Decisões de Investimento – Revista RI nº 297

Para gestores e investidores, um EBITDA robusto parece sinônimo de saúde em dia. Mas e se ele for uma armadilha? Um estudo com empresas do IGC da B3 revela um cenário alarmante: 43% não geraram caixa operacional suficiente para pagar suas dívidas de curto prazo, e o EBITDA superestima o valor do Fluxo de Caixa Operacional em mais de 54%.

Este artigo desmonta a "ilusão do EBITDA". Mostra-se como a dependência desse indicador distorce decisões de investimento (CAPEX) e mascara a realidade econômica, criando uma falsa sensação de retorno que pode destruir valor no longo prazo.

A verdadeira bússola é o Fluxo de Caixa Operacional, integrado à análise do ROIC. Juntos, eles revelam não apenas se a empresa gera caixa, mas com que eficiência ela aloca seu capital.

Navegar apenas pelo EBITDA é usar um mapa incompleto. Descubra no artigo completo como evitar essa armadilha e proteger o valor do seu negócio.

Um problema para digerir: a má gestão do Capital de Giro destrói o valor das empresas – Revista ANEFAC

Sua análise de Capital de Giro está mascarando riscos? O Método VEC revela a verdade.

A gestão do Capital de Giro vai além de um simples controle operacional. Quando feita de forma tradicional, ela pode destruir valor de forma silenciosa, corroendo a liquidez e aumentando o endividamento, enquanto dá uma falsa sensação de controle.

Este artigo apresenta um estudo concreto: aplicamos lado a lado a análise tradicional e o Método VEC em empresas de quatro setores (Automotivo, Varejo, Industrial e Agrícola) ao longo de cinco anos. Os resultados são claros: o Método VEC atua como um diagnóstico preciso, identificando ineficiências ocultas que sufocam os resultados financeiros.

O artigo detalha esses casos reais, mostrando passo a passo como a correção dessas falhas gera um poderoso instrumento financeiro, transformando o Capital de Giro no motor da melhorias de resultados, criação de valor e da valorização da sua empresa no mercado.

Descubra no artigo completo como transformar essa gestão em vantagem competitiva.

OPINIÃO. A ilusão do EBITDA – Brazil Journal

Com o EBITDA você pode estar pagando bônus com um dinheiro que não existe.

Para gestores e investidores, o EBITDA é sedutor: simplifica e embeleza os resultados. Mas decidir com base nele é como navegar olhando só para o retrovisor, você não vê os obstáculos de caixa que estão à frente.

Este artigo desmonta essa ilusão. O EBITDA é uma medida contábil que cria uma realidade simples. O verdadeiro termômetro é o Fluxo de Caixa Operacional (FCO), pois integra DRE e Balanço, revelando a necessidade de capital de giro e os encargos financeiros reais para o negócio.

A confusão entre os dois é perigosa: leva a pagar dividendos e bônus com um caixa que nunca foi gerado, destruindo valor enquanto se celebra um lucro fictício.

Adotar o FCO é mais que uma troca de métrica; é estabelecer uma disciplina financeira que realinha toda a operação e gestores com um foco supremo: melhorar a Criação de Valor da empresa.

Valorização das empresa no Mercado em Moeda Nominal x Moeda Constante: a diferença entre ilusão e realidade

Ainda é comum no Brasil comparar valores históricos sem considerar o poder de compra da moeda no tempo. Tecnicamente, isso é incorreto e pode levar a conclusões completamente equivocadas.

A explicação é simples. A moeda nominal reflete valores correntes, sem ajuste pelo impacto da inflação. Já os valores em moeda constante, equalizam e atualizam todos os números para uma mesma base de valor. Com isso, é possível medir de fato a criação ou a destruição de riqueza da empresa e para o acionista ao longo do tempo.

O prejuízo invisível de ignorar o Fluxo de Caixa Operacional – Revista RI nº 293

No mundo corporativo, números bonitos nem sempre contam a verdade. Enquanto muitos gestores celebram um EBITDA crescente, o fluxo de caixa da operação pode estar gritando por socorro. No artigo “O Prejuízo Invisível de Ignorar o Fluxo de Caixa Operacional”, publicado na Revista RI, trago à tona dados alarmantes: 43% das empresas do IGC da B3, entre 2020 e 2024, não conseguiram gerar caixa suficiente para pagar suas dívidas de curto prazo. Essa fato corrobora na perda de liquidez, renegociações emergenciais e, em muitos casos, é a porta de entrada para a recuperação judicial.

Com o apoio do Método VEC® de Criação de Valor, mostro que a confiança cega no EBITDA é uma armadilha que pode custar caro, pois mascara riscos e leva à decisões errôneas. Este artigo é mais do que um diagnóstico, é um chamado urgente à mudança de mentalidade, disciplina e gestão financeira. Afinal, valor não nasce de improvisos. Ele se constrói com disciplina, estratégia e um olhar atento para onde realmente importa: o Fluxo de Caixa Operacional (FCO).

Opinião: A onda de recuperações judiciais no Brasil – EXAME

Tenho acompanhado de perto o cenário empresarial brasileiro e, infelizmente, o número crescente de pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção. Empresas dos mais variados setores, algumas de grande porte, estão enfrentando dificuldades severas para manter suas operações e cumprir com suas obrigações. Esse movimento não é isolado e, ao meu ver, é reflexo direto de um ambiente que combina desafios estruturais com uma conjuntura econômica instável.

O cenário macroeconômico não melhorando, aliado ao aumento da volatilidade e a piora financeira se reflete num momento de transformação

Neste artigo publicado na Exame, analiso essa onda de recuperações judiciais, seus motivos e o que isso pode nos dizer sobre os rumos da economia brasileira e a urgência de mudanças na forma como empresas e gestores se preparam para o futuro.

Gestão Capital de Giro: Modelo para Gestão e Análise das Necessidades – Revista RI nº 289

A análise financeira correta do Capital de Giro é essencial para evitar sérios problemas financeiros, como dificuldades com o fluxo de caixa, perda de liquidez, aumento de empréstimos, diminuição dos resultados, desvalorização e, até mesmo, quebra da empresa.

Nesse artigo calculamos pelo método VEC®, o Capital de Giro com o comportamento histórico de quatro empresas reais, em diferentes setores. O objetivo foi calcular e analisar o Capital de Giro pelo método tradicional de análise financeira, compando-o com os resultados do método VEC®. Encontramos significativas diferenças no Capital de Giro, Ciclo Financeiro e a Necessidade de Capital de Giro. Constatou-se que o método VEC® resultou em menor capital de giro de ciclo financeiro e na real necessidade de capital de giro para bancar as operações.