Oscar Malvessi

Oscar Malvessi

A miopia do EBITDA e o impacto na valorização das empresas – Assetz Expert Recruitment

Será que o EBITDA está realmente refletindo a criação de valor na sua empresa?​

No artigo deste mês do Carrer Insights da Assetz, eu analiso como a dependência do EBITDA pode distorcer a percepção de desempenho e mascarar riscos relevantes na gestão financeira.

O estudo revela que muitas empresas apresentam resultados operacionais positivos, mas não geram caixa suficiente. A mensagem é clara: crescer não é suficiente. A criação de valor exige disciplina na alocação de capital e uma visão integrada da performance financeira.​

Leia o artigo completo para se aprofundar no tema!

GPA e a destruição do valor de mercado da empresa – Exame

Em 10/03/2026, o GPA anunciou recuperação extrajudicial. Para o mercado, pode ter sido surpresa. Sob a ótica do método VEC® de Criação de Valor, era o desfecho anunciado de um longo processo de deterioração.

O artigo revela os números que a análise tradicional ignorou:

-R$ 16,2 bi destruídos em valor de mercado desde 2013
-ROIC negativo em 3 dos últimos 5 anos
-FCO acumulado de -R$ 841 mi (2022-2025)
-EBITDA de R$ 4,8 bi no período, EBITDA ajustado publicado pela empresa de R$ 7,2 bi, mas caixa operacional negativo (2022-2025)
-Lucro Operacional acumulado de -R$ 510 mi (2022-2025)
-14 dos últimos 16 trimestres com prejuízo
-Destruição de valor econômico em todos os anos.

Enquanto o mercado celebrava o EBITDA, o método VEC® já denunciava o abismo entre geração de caixa e estrutura de capital. A recuperação extrajudicial não foi surpresa, foi consequência.

EBITDA não mede a eficiência da alocação de Investimento – EXAME

Desvendamos o mito do crescimento. A análise das empresas de governança da B3 revela um abismo alarmante. Enquanto todas crescem, apenas algumas transformam capital investido em riqueza real.

EMPRESAS QUE CRIAM VALOR:
-ROIC: 14,4%;
-Cada R$ 1 investido gera R$ 0,28 de EBITDA adicional;
-Margem NOPAT robusta: 11,6%.

EMPRESAS QUE DESTROEM VALOR:
-ROIC: apenas 4,2%;
-Cada R$ 1 investido gera só R$ 0,12 de EBITDA adicional;
-Margem NOPAT crítica: 5%.

Conclusão: O problema é uma questão de governança e vai além da execução. A solução está em mudar a lente: sair da ilusão contábil do EBITDA e adotar métricas consistentes, o ROIC e a metodologia de Criação de Valor (VEC®).

=> Os desafios estão presentes e prontos para serem enfrentados!!!

A ilusão do EBITDA: a realidade é usar o fluxo de caixa operacional – Revista ADM-PRO

Meu artigo "A ilusão do EBITDA: a realidade é usar o fluxo de caixa operacional", publicado na Revista ADM-PRO do portal CRA-SP, expõe a perigosa ilusão que o EBITDA cria como sinônimo de geração de caixa. Essa métrica, tão popular no mercado, ignora fatores essenciais que determinam a verdadeira saúde financeira de uma empresa, como a necessidade de bancar o capital de giro, pagamento de IR e custo do capital.

A métrica que revela a realidade financeira é o Fluxo de Caixa Operacional (FCO). Enquanto dados mostram que o EBITDA chega a ser, em média, 54% maior que o FCO, é este último que nos diz se a operação realmente gera o dinheiro necessário para sustentar o negócio, investir e honrar compromissos.

A construção de valor sustentável exige disciplina e o uso de ferramentas integradas, como o FCO para a liquidez, o ROIC para a eficiência do capital e o VEC (Valor Econômico Criado) para medir a verdadeira riqueza gerada para o acionista. Valor não se improvisa; ele se constrói com uma visão clara e responsável da realidade financeira.

OPINIÃO. As implicações do ajuste no estoque do Grupo Mateus – Brazil Journal

O meu artigo publicado no Brazil Journal, analisa as profundas consequências do ajuste contábil de R$ 1 bilhão nos estoques realizado pelo Grupo Mateus, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Argumenta-se que esse fato vai muito além de uma reclassificação técnica, representando uma alteração na real performance econômica da companhia.

O ajuste reduziu o valor dos estoques em 20% e impactou uma série de indicadores-chave. O lucro operacional despencou 60%, e o retorno sobre o capital investido (ROIC) caiu de 14,9% para 6,3%, sinalizando que a empresa, na verdade, estaria destruindo valor econômico. Além disso, revelou-se um ciclo financeiro de 64 dias, o oposto do padrão do setor, indicando que a operação consome caixa, ao invés de gerá-lo.

Dada a importância dos estoques na gestão do capital de giro, especialmente no varejo, as consequências de um erro grave como este, não aparecem somente nos registros contábeis. De forma ampla, elas afetam todos os processos, controles de governança corporativa e credibilidade, afetando negativamente o valor da empresa no mercado.

A Ilusão do EBITDA – FCO e Decisões de Investimento – Revista RI nº 297

Para gestores e investidores, um EBITDA robusto parece sinônimo de saúde em dia. Mas e se ele for uma armadilha? Um estudo com empresas do IGC da B3 revela um cenário alarmante: 43% não geraram caixa operacional suficiente para pagar suas dívidas de curto prazo, e o EBITDA superestima o valor do Fluxo de Caixa Operacional em mais de 54%.

Este artigo desmonta a "ilusão do EBITDA". Mostra-se como a dependência desse indicador distorce decisões de investimento (CAPEX) e mascara a realidade econômica, criando uma falsa sensação de retorno que pode destruir valor no longo prazo.

A verdadeira bússola é o Fluxo de Caixa Operacional, integrado à análise do ROIC. Juntos, eles revelam não apenas se a empresa gera caixa, mas com que eficiência ela aloca seu capital.

Navegar apenas pelo EBITDA é usar um mapa incompleto. Descubra no artigo completo como evitar essa armadilha e proteger o valor do seu negócio.

Um problema para digerir: a má gestão do Capital de Giro destrói o valor das empresas – Revista ANEFAC

Sua análise de Capital de Giro está mascarando riscos? O Método VEC revela a verdade.

A gestão do Capital de Giro vai além de um simples controle operacional. Quando feita de forma tradicional, ela pode destruir valor de forma silenciosa, corroendo a liquidez e aumentando o endividamento, enquanto dá uma falsa sensação de controle.

Este artigo apresenta um estudo concreto: aplicamos lado a lado a análise tradicional e o Método VEC em empresas de quatro setores (Automotivo, Varejo, Industrial e Agrícola) ao longo de cinco anos. Os resultados são claros: o Método VEC atua como um diagnóstico preciso, identificando ineficiências ocultas que sufocam os resultados financeiros.

O artigo detalha esses casos reais, mostrando passo a passo como a correção dessas falhas gera um poderoso instrumento financeiro, transformando o Capital de Giro no motor da melhorias de resultados, criação de valor e da valorização da sua empresa no mercado.

Descubra no artigo completo como transformar essa gestão em vantagem competitiva.

OPINIÃO. A ilusão do EBITDA – Brazil Journal

Com o EBITDA você pode estar pagando bônus com um dinheiro que não existe.

Para gestores e investidores, o EBITDA é sedutor: simplifica e embeleza os resultados. Mas decidir com base nele é como navegar olhando só para o retrovisor, você não vê os obstáculos de caixa que estão à frente.

Este artigo desmonta essa ilusão. O EBITDA é uma medida contábil que cria uma realidade simples. O verdadeiro termômetro é o Fluxo de Caixa Operacional (FCO), pois integra DRE e Balanço, revelando a necessidade de capital de giro e os encargos financeiros reais para o negócio.

A confusão entre os dois é perigosa: leva a pagar dividendos e bônus com um caixa que nunca foi gerado, destruindo valor enquanto se celebra um lucro fictício.

Adotar o FCO é mais que uma troca de métrica; é estabelecer uma disciplina financeira que realinha toda a operação e gestores com um foco supremo: melhorar a Criação de Valor da empresa.

Valorização das empresa no Mercado em Moeda Nominal x Moeda Constante: a diferença entre ilusão e realidade

Ainda é comum no Brasil comparar valores históricos sem considerar o poder de compra da moeda no tempo. Tecnicamente, isso é incorreto e pode levar a conclusões completamente equivocadas.

A explicação é simples. A moeda nominal reflete valores correntes, sem ajuste pelo impacto da inflação. Já os valores em moeda constante, equalizam e atualizam todos os números para uma mesma base de valor. Com isso, é possível medir de fato a criação ou a destruição de riqueza da empresa e para o acionista ao longo do tempo.